Gabigol credita a Cuca méritos por evolução no Santos: 'Passa confiança'

Gabigol credita a Cuca méritos por evolução no Santos: 'Passa confiança'

GERAL -   


Em uma crescente de desempenho no Santos, Gabriel acredita que o técnico Cuca tenha uma "grande parcela" no bom momento vivido no clube. Foi o técnico responsável por conversar com o camisa 10, ajudá-lo a melhorar seu posicionamento em campo e, de quebra, ainda lhe presentar com a faixa de capitão em um dos jogos da temporada. Aos poucos, Gabigol voltou a fazer a alegria da torcida e está feliz com o momento presente.

- O professor tem me dado muita confiança, conversado muito comigo. Temos essa liberdade de conversar. Acho que ele tem grande parcela na minha evolução e na da equipe. temos conquistado as vitórias. Isso é importante - disse o camisa 10, durante entrevista coletiva, no CT Rei Pelé, nesta segunda-feira, e completou:

- Desde o começo do ano, meus números têm sido bons, mas nosso time não vinha num bom momento. Aliei os números com a melhora do time. Muito feliz pelos gols e pela vitória. A gente vinha se cobrando para ganhar fora de casa e conseguimos uma grande vitória contra um adversário muito bom, com estádio lotado. Temos de continuar com essa arrancada. A gente vem de bons jogos e esperamos manter na quinta-feira.

Propostas e 'aperto no coração' por adeus

Emprestado pela Inter de Milão até o fim da temporada, Gabriel teve a chance de deixar o clube durante 2018, mas preferiu ficar, segundo ele, "pelos companheiros e pelo clube". Com 17 jogos restantes no ano, já falou em "aperto no coração" por ter de deixar a Vila Belmiro, mas não descartou ficar no clube em 2019.

- Sobre as propostas, abri para o Cuca que não queria ir embora. Eu precisava ficar, por ele e pela torcida. A decisão de ficar foi mais pelos meus companheiros e pelo clube. Calma, não falei que queria voltar para a Inter. Falei que teria que voltar por causa do contrato. Fico muito feliz com o meu bom momento no Santos. Sou um torcedor dentro de campo. Meu foco hoje é no Santos. Claro que faltam 17 jogos, dá até um aperto no coração. Tenho tempo para decidir se eu vou voltar ou se eu vou ficar. Tenho de aproveitar o máximo - agregou.