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27/06/2017 às 17:59
Botafogo finaliza, mas volta a tropeçar com sistema ofensivo; Jair defende opção
Alvinegro conclui 29 vezes a gol, mas passa em branco contra o Avaí. Trenador admite esquema por conta de desfalques, mas diz: "Não avalio situação que não é verdadeira. Avalio a performance"
Melhores momentos de Botafogo 0 x 2 Avaí pela 10ª rodada do Brasileirão
Não dá para dizer que o Botafogo não criou. Muito menos que não tentou. No entanto, apesar das 29 finalizações contra o Avaí, o time passou em branco e saiu derrotado em casa por 2 a 0.
Realmente a bola teimou em não entrar. Não era dia. Mas também não dá para culpar apenas a falta de pontaria pelo resultado. Pouco inspirado, o Alvinegro abusou dos cruzamentos – foram 47 -, e em nenhum momento passou a impressão de que buscaria o resultado, especialmente no primeiro tempo.
- A bola não quis entrar. Como vou reclamar dos jogadores que chutaram 29 vezes ao gol. Time teve 67% de posse de bola. Acho que foi meu jogo com o maior número de finalizações. A bola não quis entrar. O mais próximo disso foi contra o Barcelona, 18 finalizações. E também perdemos. É o futebol. Não avalio situação que não é verdadeira. Avalio a performance - analisou Jair Ventura.
Botafogo finalizou 29 vezes, mas passou em branco contra o Avaí (Foto: André Durão) Botafogo finalizou 29 vezes, mas passou em branco contra o Avaí (Foto: André Durão)
Botafogo finalizou 29 vezes, mas passou em branco contra o Avaí (Foto: André Durão)
Jair citou o jogo contra o Barcelona, e de fato é impossível não reparar nas semelhanças com a derrota para os equatorianos, até então a última derrota do Botafogo no Nilton Santos. Em maio, com uma linha ofensiva formada por Camilo, Pimpão, Guilherme e Sassá, o Alvinegro finalizou 18 vezes, mas perdeu pelo mesmo resultado: 2 a 0. Desde então, até o jogo contra o Avaí, Jair Ventura não havia repetido a formação com um armador, dois extremos e um centroavante. Nesta segunda, iniciou com Camilo, Montillo, Pimpão e Roger. Guilherme subsituiu o argentino aos sete minutos. Apesar das coincidências, o treinador justificou a escalação e defendeu sua opção.
- Não me prendo a sistemas. Mas quando perco Airton, João Paulo e Matheus Fernandes, tive que mudar. O Dudu Cearense, dentro do que iniciei a partida, não me daria o que eu queria. Só fiz as mudanças por conta dessas perdas. Depois só coloquei o Guilherme porque estávamos perdendo. Vou colocar um volante perdendo em casa? Imagina se coloco um zagueiro ou um volante. Tinha que ir para cima... Mesmo mudando o esquema, é uma coisa a se repensar. Contra Colo-Colo, Olímpia e Estudiantes jogamos assim e vencemos. 3 a 2. Ainda estou ganhando. Mas só lembram das derrotas. Foi o jogo que mais criamos no ano. O culpado não pode ser o esquema – ressaltou o treinador do Botafogo, recordando de vitórias importantes na Libertadores, no início da temporada, com a linha de frente formada por quatro homens.

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