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27/06/2017 às 18:37
Proteste alerta para excesso de sódio e gordura em queijo minas

 

 

A entidade analisou a composição e o rótulo de dez marcas de queijo minas frescal

 

Em busca de uma alimentação mais saudável, muitas pessoas eliminam os queijos amarelos da dieta. No lugar, entram os chamados queijos brancos, mais leves. E uma das opções mais frequentes na mesa do café da manhã é o queijo minas frescal, que costuma apresentar menos gordura, colesterol e sódio.

 

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Mas, segundo a Proteste Associação de Consumidores, algumas marcas não entregam aquilo que está no rótulo. A entidade analisou dez amostras do queijo em laboratório e avaliou as condições de higiene, a veracidade das informações encontradas na embalagem e os teores de sódio e gorduras desses alimentos. As marcas estudadas foram: Tirolez, Ipanema, Quatá, Fazenda, Puríssimo (uma das amostras com 40% menos sódio), Sol Brilhante (com 35%menos sódio), Balkis (sem sal) e Keijobon (uma das amostras sem sal).

 

Sódio

 

A Proteste notou que os queijos da Quatá e da Keijobon trazem no rótulo um teor de sódio maior do que o que realmente contém o alimento. As variações entre o que está na embalagem e a medição em laboratório são de 29 e 31%, respectivamente. Já o produto da marca Puríssimo, que indica menos 40% de sódio na embalagem, tem, na verdade, 47% a mais, de acordo com as análises.

 

“Segundo a legislação brasileira, a diferença entre as informações contidas no rótulo e o que contém o produto oferecido ao consumidor, não pode ser maior que 20%”, alerta a Proteste.

 

Gordura

 

Nove das dez amostras analisadas informam na embalagem uma quantidade de gorduras totais diferente da constatada, notou a investigação. As maiores divergências encontradas foram nos rótulos do Keijobon sem sal (145%), Puríssimo (56%) e Sol Brilhante (53%).

 

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Umidade e higiene

 

O Ministério da Agricultura determina que, para ser classificado como “minas”, o queijo deve apresentar bastante água em sua composição e, por isso, ser classificado como de alta umidade. Nesse quesito, as dez amostras se mostraram adequadas à legislação.

 

“A Associação também não detectou a presença de amido ou de micro-organismos patogênicos (aqueles que fazem mal a saúde do consumidor)”, garante a Proteste. As informações serão repassadas à Anvisa e ao Ministério da Agricultura.

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