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27/06/2017 às 18:39
Sexo faz bem ao coração, mas apenas dos homens

 

 

Estudo prova que ter relações sexuais frequentemente reduz os níveis de homocisteína, um composto químico nocivo, no sangue. O efeito ajuda a prevenir doenças nos homens, mas não tem resultados animadores nas mulheres

 

As doenças cardiovasculares são das que mais matam, todos os dias, em todo mundo. Contudo, parece que um grupo de cientistas do Centro Médico de Defesa Nacional de Taiwan descobriu uma nova forma de proteger o coração: o sexo, mas esta solução apenas funciona nos homens.

 

Os cientistas acreditam que o sexo é bom para o coração, porque reduz os níveis de homocisteína, um composto químico nocivo, no sangue. Este efeito apenas ocorre nos homens e não tem os mesmos resultados animadores nas mulheres.

 

Ter relações sexuais várias vezes por semana pode melhorar a circulação e tornar os vasos sanguíneos dos homens mais saudáveis, o que, de acordo com os investigadores, é crucial para prevenir a acumulação de homocisteína química. Nas mulheres isso não acontece, porque a excitação sexual está menos dependente do fluxo sanguíneo e esse é o fator que mantém a homocisteína controlada.

 

Há muito que os médicos suspeitam que o sexo frequente podia trazer benefícios para o coração, mas as últimas descobertas, publicadas no Jornal de Medicina Sexual, são as primeiras a demonstrar que ter relações sexuais, de forma regular, diminuiu os níveis de homocisteína.

 

A homocisteína é um químico que aparece de forma natural no organismo. Trata-se de um componente das proteínas. Contudo, em níveis excessivos, pode prejudicar os vasos sanguíneos, que fornecem o coração, aumentando o risco de formação de coágulos. A acumulação de homocisteína pode ser resultado de uma má alimentação.

 

 

Os investigadores do Centro Médico de Defesa Nacional de Taiwan analisaram mais de 2000 homens e mulheres, com idades entre os 20 e os 59 anos. Recolheram amostras de sangue, para medir os níveis de homocisteína e compararam os resultados com a atividade sexual dos indivíduos.

 

Concluíram que os níveis mais baixos deste produto químico foram encontrados em homens que alegam ter relações sexuais pelo menos duas vezes por semana. Os níveis mais altos foram registados naqueles que têm relações sexuais menos do que uma vez por mês. Já nas mulheres não houve uma variação significativa.

 

Tendo em conta estes resultados, os cientistas responsáveis por este estudo alertaram os médicos para que incentivem os pacientes, do sexo masculino e em risco de sofrerem de doenças cardiovasculares, para que tenham relações sexuais mais frequentemente.  

 

O aumento da frequência sexual pode ter um efeito protetor na saúde em geral e na qualidade de vida, especialmente dos homens, por isso os médicos devem apoiar a atividade sexual dos pacientes”, aconselham os cientistas.

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