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Duas semanas após cirurgia, Bolsonaro se recupera e gera discussões sobre facada

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<p>Duas semanas após a cirurgia de reconstrução intestinal, o presidente Jair Bolsonaro continua internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Nesta segunda-feira, 11, ele está acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e do filho Carlos Bolsonaro.</p><p>Pelo Twitter, Bolsonaro publicou um vídeo mostrando a reforma de um hospital no Acre financiada pela Caixa, procurando destacar que o trabalho do governo continua, apesar de sua internação. “Nos primeiros dias de governo, importantes projetos de saúde e habitação para os mais necessitados, desta vez no Estado do Acre, são prioridade, incluindo socialmente dezenas de milhares de brasileiros”, escreveu.</p><p>Um novo boletim médico deve ser divulgado às 17h desta segunda. No domingo, dia 10 a equipe médica atestou que o quadro pulmonar do presidente registrou “melhoras significativas” – ele havia sido diagnosticado com pneumonia na semana passada. Os médicos mantiveram a prescrição de antibióticos, que devem ser aplicados pelo menos até quarta-feira, 13, período em que o presidente ainda deve ficar no hospital. O Planalto evita estimar oficialmente uma previsão de alta.</p><p><strong>Facada</strong></p><p>Em manifestações públicas, o presidente continua cobrando uma apuração sobre quem seriam os responsáveis pelo atentando que sofreu em setembro do ano passado. Ao destacar que Adélio Bispo, autor da facada, é ex-filiado ao PSOL, o presidente provocou discussão entre aliados e opositores nas redes sociais.</p><p>O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) repudiou a relação feita por Bolsonaro. “O presidente visa com isso mascarar as diversas denúncias de corrupção, envolvimento com milícias e laranjas que seu partido e família estão envolvidos”, escreveu o parlamentar neste domingo no Twitter.</p><p>Valente foi rebatido por Carlos Bolsonaro, que afirmou, nesta segunda, que “os fatos não existem” para aqueles que “não gostaram” do comentário do pai.</p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense