<p>Milhares de estudantes de universidades e escolas do Chile voltaram às ruas nesta quinta-feira, na primeira manifestação da categoria neste ano contra projetos de lei que aumentam as sanções por violência estudantil e o endividamento por crédito educativo, promovidos pelo presidente Sebastián Piñera.</p><p>Ao menos cinco mil pessoas participaram da manifestação convocada pela Confederação de Estudantes do Chile (Confech) e organizações estudantis e que ocupou a principal avenida da capital Santiago, a alameda Bernardo O’Higgins</p><p>Durante o protesto, foram registrados alguns confrontos com policiais, que lançaram jatos d’água e gás lacrimogênio contra os estudantes.</p><p>Entre os projetos de lei, enviados recentemente para o Congresso por Piñera e que são criticados pelos estudantes, está a chamada lei ‘Aula Segura’, que permite a expulsão imediata de alunos envolvidos em ocupações ilegais ou em atos de violência em instituições de ensino.</p><p>O movimento também critica o endividamento de mais de 600 mil estudantes por créditos educativos para pagamento de mensalidades nas instituições de ensino privado e que deverão ser honrados ao longo de décadas. Até 2018, esta dívida superava os 4,5 milhões de dólares, segundo o governo.</p><p> * AFP </p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense