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Floripa ganhará pizzaria e confeitaria com foco em produtos sem glúten 
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Floripa ganhará pizzaria e confeitaria com foco em produtos sem glúten 

<p><b> </b></p> <p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:1.05;letter-spacing:-0.01em;text-align:left;font-size:10.78px;font-family:’Mercury Display Italic’;font-style:italic;”>O Grupo Bene, formado pelos empresários Claudia Cruz e Rafael Mendes, o chefe Cláudio Rodrigues e o médico Filipe Geannichini, anunciou no último final de semana a abertura da primeira rede de franquias da pizzaria Massas.com, que começou com a matriz em Florianópolis, e da confeitaria e padaria VaBene, que abrirá em março na Capital. Além disso, a rede abrirá uma pizzaria com salão em maio, no centro. <br><br>Na ocasião, estavam presentes os primeiros franqueados das lojas de São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília. O diferencial da rede é que ela oferece produtos para celíacos, totalmente sem glúten, um mercado que cresce cada vez no Brasil. O investimento inicial foi de R$ 70 mil para opção de delivery. A procura para abrir franquia é tão grande que a rede ainda 36 interessados no país. <br></p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:1.05;letter-spacing:-0.01em;text-align:left;font-size:10.78px;font-family:’Mercury Display Italic’;font-style:italic;”><b>Emprego</b><br>Com a taxa de desemprego em alta e sem perspectivas de melhora para os próximos meses, sete em cada 10 brasileiros desempregados estão dispostos a ganhar menos do que no último trabalho, mostra pesquisa inédita feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).</p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:1.05;letter-spacing:-0.01em;text-align:left;font-size:10.78px;font-family:’Mercury Display Italic’;font-style:italic;”>As principais justificativas para aceitar um salário menor são a necessidade de pagar as despesas e de voltar ao mercado de trabalho. A maioria dos que topariam uma remuneração inferior é formada por homens e pessoas que fazem parte das classes C, D e E.</p><p><i>*Júlia Pitthan é interina da coluna de <b> Estela Benetti </b>. A colunista retorna de férias no dia 23 de fevereiro.</i></p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”><strong>Acompanhe as publicações da </strong><strong> coluna </strong></p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:1.05;letter-spacing:-0.01em;text-align:left;font-size:10.78px;font-family:’Mercury Display Italic’;font-style:italic;”><b> :: “O Brasil certamente não é um país chato”, diz embaixador da Alemanha <br><br> :: Setor de serviços em SC tem pior resultado desde 2012 </b></p><b> :: Em todo o país, 108,7 mil lojas fecharam em 2016  </b><br><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense.

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