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Agentes penitenciários de outros estados chegam ao RN

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Uma força tarefa de agentes penitenciários vem ao para a atuar em unidades prisionais, principalmente, em Alcaçuz. Os 70 agentes, que vêm de vários estados, começaram a chegar nesta terça-feira (24) e vão se juntar às forças de segurança do RN em caráter emergencial. A expectativa é que todos os agentes já estejam na capital potiguar nesta quarta (25). A Secretaria de Justiça e Cidadania informou ao G1 que a forma de atuação desses agentes será definida de acordo com as demandas e com os planejamentos estratégicos coordenados pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social do RN, Caio Bezerra. A assessoria da Sejuc explicou que serão formadas equipes unindo agentes penitenciários do Rio Grande do Norte com os de outros estados, de forma que o trabalho seja integrado. Esses 70 agentes penitenciários de outros estados têm treinamento especial para atuação em casos específicos como rebeliões, controle da população carcerária e intervenção em unidades prisionais. O trabalho desses profissionais será acompanhado pelo Departamento Penitenciário Nacional. Retomada do controle Na segunda-feira (23), o secretário que serão tomadas pelo governo para tentar retomar o controle de Alcaçuz, que desde 14 de janeiro enfrenta rebeliões. "Vamos paulatinamente, com o reforço das Forças Armadas e dos agentes penitenciários, levar os presos para dentro dos pavilhões", afirmou. "Estamos trabalhando para resolver esse problema o mais rápido possível." Policiais do Bope, Tropa de Choque e o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Secretaria de Justiça (Sejuc) . O objetivo da operação é realizar uma revista minuciosa nos pavilhões em busca de armas e celulares. Veja as medidas anunciadas: - reparos nos pavilhões 2 e 3, que serão fechados, de modo a trazer todos os presos para eles e deixar separados os do pavilhão 5; - colocar cerca externa com sistema de alarme afastada 50 metros do entorno de Alcaçuz, para ter um perímetro de segurança para evitar entrada de armas no presídio; - executar uma obra de eclusas, portões coordenados, abertos e fechados, para garantir entrada de forças policiais no pavilhão 5; - reparar as guaritas interditadas; - implantar sistema de videomonitoramento; - realizar a limpeza da vegetação no entorno; - concluir o muro interno que separa o pavilhão 5 dos demais para manter os grupos rivais afastados; - realizar o concretamento na base da murada para dificultar a escavação de túneirs; - concluir a iluminação externa. Confrontos Há dez dias, presos de duas facções disputam o poder na unidade. De um lado, ocupando a área dos pavilhões 4 e 5, estão membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Do outro, nos pavilhões 1, 2 e 3, estão detentos que fazem parte do Sindicato do RN. No dia 14, início da rebelião, . Na quinta (19), após novo enfrentamento em Alcaçuz, muitos presos ficaram feridos. , mas não informou o número. Construção de muro No último sábado (21), começou a para separar as facções. Os contêineres, cada um com 12 metros, depois serão substituídos por um muro de concreto de 90 metros de extensão. Segundo o governo, a construção do muro permanente levará 15 dias. Em Alcaçuz, detentos circulam livremente dentro dos pavilhões desde março de 2015, quando uma série de rebeliões destruiu as grades das celas. Apesar da presença dos policiais, .

Fonte: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/01/agentes-penitenciarios-de-outros-estados-chegam-ao-rn-nesta-terca.html

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