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Pompeo pede que Maduro abra fronteiras para entrada de ajuda na Venezuela

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<p>O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, pediu neste domingo ao governo de Nicolás Maduro que abra a fronteira com a Colômbia para que seja dada ajuda aos venezuelanos atingidos pela grave crise econômica durante uma visita à cidade fronteiriça de Cúcuta.</p><p>”Maduro, abra essas pontes, abra essas fronteiras, você pode acabar com isso hoje”, disse o secretário de Estado dos EUA em um comunicado à imprensa, com um intérprete, na companhia do presidente colombiano, Iván Duque.</p><p>Pompeo enviou uma nova mensagem de condenação ao governo de Chávez, depois de visitar uma das pontes que liga os dois países.</p><p>O governo de Maduro ordenou no dia 22 de fevereiro que a passagem pelas quatro pontes que ligam a Venezuela à cidade colombiana de Cúcuta fosse fechada.</p><p>O presidente tomou a decisão às vésperas de uma operação frustrada com a qual o opositor Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por cerca de 50 países, pretendia entrar no país com a ajuda básica doada por Washington e seus aliados.</p><p>Maduro, que na quarta-feira anunciou um acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para receber “ajuda humanitária”, se opôs à operação liderada por Guaidó por considerá-la pretexto para uma invasão militar dos EUA na Venezuela, país com o maior reservas de petróleo no mundo.</p><p>No final de uma viagem por Chile, Paraguai e Peru, com escala de horas em Cúcuta, Pompeo insistiu em exigir a saída de Maduro do poder diante do “horror e tragédia” que atingem os venezuelanos, castigados pela pior crise econômica vivida pelo país sul-americano nos tempos modernos.</p><p>”Os Estados Unidos continuarão utilizando todos os meios políticos e econômicos à nossa disposição para ajudar os venezuelanos”, disse Pompeo, referindo-se às sanções por meio das quais a Casa Branca pretende sufocar Maduro.</p><p>”A usurpação de Madura tem que terminar”, enfatizou Pompeo.</p><p> * AFP </p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense