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Presos palestinos em Israel põem fim a greve de fome

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<p>Os presos palestinos detidos em prisões israelenses puseram fim, nesta segunda-feira, à greve de fome que mantinham havia uma semana, por considerarem que suas principais reivindicações foram atendidas, anunciou a ONG Clube de Prisioneiros Palestinos em sua página do Facebook.</p><p>A greve, iniciada em 8 de abril, foi seguida em várias prisões do país por “cerca de 400 presos” que reivindicavam a melhora de suas condições de detenção, segundo a ONG.</p><p>Os grevistas denunciavam, entre outras coisas, a instalação de inibidores de frequência dos telefones celulares em algumas prisões e reivindicavam a anulação da proibição de visitas para centenas de detidos, assim como o fim do recurso ao isolamento.</p><p>Segundo o Clube de Prisioneiros Palestinos, chegou-se a um acordo para pôr fim à greve. A ONG indicou que Israel havia aceitado deixar de recorrer aos inibidores de frequências.</p><p>De acordo com a agência de notícias palestina Wafa, também serão instalados telefones públicos nas prisões.</p><p>A autoridade penitenciária israelense não confirmou esse acordo.</p><p>As reivindicações dos presos eram apoiadas pelas principais facções políticas palestinas, incluindo o movimento islamita Hamas, no poder na Faixa de Gaza.</p><p>A última grande greve de fome de presos palestinos em presídios israelenses ocorreu em abril de 2017, quando cerca de 800 presos rejeitaram se alimentar. Este fato atraiu a atenção dos meios de comunicação sobre as condições de detenção dos presos palestinos, um cenário que Israel não quer que se repita.</p><p> * AFP </p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense