Segunda citação de Colombo na Lava-Jato deve ser vista com cautela 
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Segunda citação de Colombo na Lava-Jato deve ser vista com cautela 

Segunda citação de Colombo na Lava-Jato deve ser vista com cautela 
<p><br></p> Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS <p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”>A velocidade das respostas das assessorias do governador <b> Raimundo Colombo </b> e do secretário da <b> Fazenda </b> <b> Antônio Gavazzoni </b> foi tão rápida quanto o impacto negativo da notícia em Santa Catarina. Ou são muito competentes ou já esperavam por algo de <b> Brasília </b>. Ser citado hoje já é o suficiente para provocar imediatamente o dano de imagem. Cria-se, na opinião pública, mesmo sem os acusados terem sido chamados para se explicar, a ideia de culpabilidade.<br></p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”><b> Seara </b> e <b> JBS </b> doaram R$ 3,4 milhões na campanha de 2014 ao então candidato à reeleição<b> Raimundo Colombo </b>. Tudo registrado no <b> TSE </b>. É uma diferença da denúncia semelhante feita pelos delatores da <b> Odebrecht </b>. O que temos até agora são acusações de criminosos confessos. Executivos corruptos que assumiram pagamento de propina e que contam com o instituto da delação para não ver o sol amanhecer quadrado. Mas delação é assim mesmo. O foco é alcançar o topo da pirâmide. Mas tem que provar.</p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”>Tudo faz sentido? Poder ser verdade? Sim. Mas hoje são apenas acusações de delatores. É estranho que executivos de uma empresa convidem o governador e o secretário da Fazenda para jantar apenas para oferecer R$ 10 milhões de ajuda para campanha sem pedir nada em troca. Por isso defendi aqui mesmo, na última quarta-feira, a regulamentação do lobby. É preciso disciplinar a relação entre o setor público e o privado. Defender interesses, solicitar demandas a um segmento econômico, até propor leis, tudo isso é legítimo, desde que atenda ao interesse público. Mas é preciso transparência total.</p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”>As acusações são graves. Há indícios? Sim. O principal deles é aprovação da lei que permitia vender ações da <b> Casan </b>. Mas o fato de o negócio não ter sido concretizado é, também, um argumento bom para a defesa.              </p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”>Sem conseguir provar recebimento de dinheiro. Sem gravações ou fotos entre os envolvidos que apontem para pagamento de <b> propina </b>, teremos apenas manchetes de jornais e muito barulho. Sem prova não há crime. E, na <b> Assembleia Legislativa </b>, com ampla e folgada maioria, não há risco nenhum.</p><p><i>*Renato Igor é interino da coluna de Moacir Pereira. O colunista retorna de férias no dia 30 de maio.</i><b><br></b></p><p><strong>Acompanhe as publicações de  coluna </strong><br></p><p><b> Delator da JBS diz ter pago R$ 10 milhões a Raimundo Colombo; governador nega <br></b></p><p><b> Pensando na recuperação econômica, Temer deveria ter optado pela renúncia <br></b></p><p> <b>Liminar obriga Casan a cobrar consumo individual de comerciante do Mercado Público da Capital</b> <br></p><p><br></p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense

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