A inovação no desenvolvimento humano

As transformações trazidas pela pandemia exigiram não somente que o mercado de trabalho e as empresas tivessem que adaptar as suas rotinas operacionais, mas trouxeram também muitos novos desafios para os profissionais.

Acostumados a uma rotina de trabalho, a cumprir metas e horários, e a ter sempre um olhar fiscalizador dos líderes e gestores, o home office fez com que muitos profissionais precisassem, de uma hora para a outra, adquirir novas habilidades no seu desenvolvimento humano, como a autonomia e a autogestão de tempo e tarefas.

Isto acabou refletindo na vida pessoal dos profissionais. estresse, burnout, sobrecarga de trabalho e até adoecimento foram os reflexos mais comuns. Aliado a isto, trabalhar com toda a rotina doméstica do dia-a-dia, apesar dos benefícios, se tornou um problema.

Sem ter saídas para o trabalho remoto, os profissionais se reinventaram. Tanto líderes e gestores precisaram se capacitar para aprender novas metodologias de controle do fluxo de trabalho e tarefas, como os colaboradores tiveram que aprender novas ferramentas e habilidades.

O que a inovação no desenvolvimento humano das startups tem para ensinar

Startups são modelos de negócios ágeis e disruptivos, acostumados a criar rotinas de trabalho inovadoras, com poucos recursos e com muita eficiência e produtividade. Mas o que poucas pessoas falam para você é que isto não é apenas técnica, é preciso ter muito desenvolvimento humano.

As startups já nascem com este DNA e, portanto, o processo de seleção natural leva as pessoas com este desenvolvimento humano e as habilidades necessárias para dentro destes modelos de negócios.

Com uma empresa é diferente. As pessoas buscam nas empresas um ambiente tradicional e sólido, para se sentirem seguras, o que é muito diferente do que temos hoje, como o home office. O ideal é juntar as duas coisas.

Para Lígia Alface, Líder de desenvolvimento de negócios LATAM na Duda e idealizadora do Startup Women Brasil,

“É muito legal você estar numa empresa que é do Vale do Silício, que é do berço da inovação onde todo mundo conhece, e trazer um pouco e trocar um pouco de ideia aqui com os empresários brasileiros.”

E para Gustavo Salles, CEO e Fundador da SalesHunter, umas das soluções é a contratação especializada:

“Falar de inovação, de empreendedorismo e de tecnologia. Todo mundo está migrando para isto e o mundo da forma que está precisa cada vez mais da tecnologia. É preciso contratar profissionais para estar à frente destas novas tecnologias, com recrutamento remoto e seleção remota.”

Quais as habilidades das empresas inovadoras

A inovação pode acontecer desde um pequeno processo numa empresa grande, como pode ser uma ideia inovadora, como pode ser apenas uma forma diferente de fazer a mesma coisa e que gere um resultado diferente.

Independente da tecnologia, a inovação sempre vai passar por pessoas, para acompanhar o que está acontecendo e realizar isto de maneira inteligente. O papel dos líderes é começar a olhar para os resultados como uma consequência do trabalho de um colaborador motivado.

Não possível falar de inovação se a empresa não dá espaço para o colaborador poder arriscar coisas novas, com uma gestão mais horizontal. A principal habilidade das empresas inovadoras é acreditar que as habilidades humanas podem realmente fazer a diferença.

Para que a empresa se torne inovadora é preciso que as pessoas de dentro da empresa pensem a inovação e, portanto, é preciso trabalhar a cultura das pessoas dentro da empresa.

Assista na íntegra o que o nosso bate-papo tem muito mais conteúdo para você:

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