Apesar de mudança para fase amarela e de aumento de mortes por Covid-19, taxa de isolamento social fica estável no Alto Tietê


Percentual passou de 37,8% para 37,9%, o que representa cerca de 2,3 mil pessoas que aderiram ao isolamento no período. Cidade de Mogi das Cruzes teve pequena redução na taxa de isolamento social depois de voltar para a fase amarela
Alessandro Batata/TV Diário
A segunda semana com o Alto Tietê na fase amarela do Plano SP registrou uma leve melhora no percentual de isolamento, na comparação com os sete dias em que a região esteve na etapa verde do programa, que permitia maior flexibilização da atividade econômica.
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Segundo os dados do percentual de isolamento, divulgados pelo governo do estado, no período de 23 a 29 de novembro, de fase verde, o percentual regional ficou em 37,8%. Já na primeira semana de regresso ao amarelo, de 30 de novembro a 6 de dezembro, o total de pessoas em casa caiu para 37,3%, enquanto no apurado de 7 a 13 de dezembro, ao percentual ficou em 37,9%.
Considerando as seis cidades da região que integram o levantamento – Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá e Suzano – a população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) para 2020 é de 1.533.361. Como base neste dado, é como se entre a última semana da fase verde e a segunda após regresso à amarela 2.381 pessoas passassem a respeitar o isolamento social.
A análise por município mostra que, de seis cidades monitoradas, houve aumento no isolamento em Itaquaquecetuba e Poá, enquanto Ferraz de Vasconcelos e Suzano os percentuais se mantiveram e em Arujá e Mogi registraram redução.
Diferentemente de quando as regiões estavam na fase vermelha, a mais restritiva do Plano SP, em que o Centro de Contingência do Coronavírus no Estado propunha 60% de pessoas em quarentena, atualmente não há um percentual recomendado.
Mapeamento
O Sistema de Monitoramento Inteligente de São Paulo (Simi-SP) é viabilizado por meio de acordo com as operadoras de telefonia, por meio da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), para que o Estado possa consultar informações agregadas e anônimas sobre deslocamento nos municípios paulistas mapeados.
Em respeito à proteção de dados, as informações são aglutinadas respeitando a privacidade dos usuários. Apresentando dessa forma, dados georreferenciados agrupados para elaborar políticas públicas que aprimorem as medidas de isolamento social para o enfrentamento ao coronavírus.
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