Como será a reunião da Anvisa para autorizar o uso emergencial das vacinas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explicou nesta quarta-feira, 13, como funcionará a reunião que definirá a autorização — ou não — de duas vacinas contra Covid-19 a serem distribuídas no Brasil de maneira emergencial. A desenvolvida pelo laboratório Sinovac Life Science com o Instituto Butantan, a CoronaVac, e a vacina da Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca.

“As vacinas autorizadas temporariamente para uso emergencial para a prevenção contra a Covid-19 serão destinadas ao uso em caráter experimental, preferencialmente, em programas de saúde pública pelo Ministério da Saúde”, diz o comunicado.  “As condições de aprovação de cada autorização de uso emergencial serão definidas a partir de pareceres contendo os dados técnicos apresentados à Anvisa e divulgados no portal eletrônico da Anvisa”.

Como é de praxe, a reunião será transmitida nos canais da Anvisa. A previsão de início é às 10h, a duração estimada é de cinco horas. 

De acordo com o documento, a avaliação é feita por três áreas da Anvisa, que são as áreas responsáveis pelo registro de medicamentos, pela certificação de Boas Práticas de Fabricação e pela farmacovigilância de medicamentos, que é o monitoramento de produto no mercado.  É explicado que cada uma dessas frentes emite um parecer em relação aos dados técnicos apresentados à agência. Ao todo, o processo soma cinquenta pessoas. 

A decisão final será tomada pela Diretoria Colegiada da Anvisa a partir do que disserem as áreas técnicas. Este grupo reúne a instância máxima da Anvisa, que reúne cinco diretores da agência. Após a decisão da Anvisa, será publicado no portal da Agência um relatório com as bases técnicas da avaliação sobre a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental de cada vacina contra a Covid-19. 

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