Datafolha divulga nova pesquisa sobre o desempenho de Bolsonaro em relação à pandemia

A margem de erro é de dois pontos percentuais. Datafolha divulga pesquisa sobre o desempenho de Bolsonaro e governadores na pandemia
Em março, 35% avaliavam o desempenho de Bolsonaro em relação à pandemia como ótimo ou bom. Depois, 33%, 36%; 27% em abril, maio e junho. Passou para 30% em agosto e agora, de novo, 30%. Ao todo, 26% consideravam como regular o trabalho de Bolsonaro nesse tema em março; 25% em abril. Depois, 23%, 25%, 22%. 23%, 25%. E agora, 27%.
33% avaliavam o desempenho do presidente com relação à pandemia como ruim ou péssimo em março. Na pesquisa seguinte, 39%. Depois, 38%, 45%, 50%, 49%, 43%. E agora, 42%. Não sabem: eram 5%; depois 2%, 3%, 3% novamente e 1% nas quatro últimas pesquisas.
Ainda sobre a pandemia, o Datafolha perguntou: na sua opinião, o presidente Jair Bolsonaro é o principal culpado pelo número de mortes? É um dos culpados, mas não o principal ou não tem nenhuma culpa por esse número de mortes?
Em agosto, 47% disseram que o presidente Jair Bolsonaro não tinha culpa nenhuma pelas mortes por Covid-19 no Brasil. Em dezembro, o percentual passou para 52%, 41% consideraram que o presidente era um dos culpados pelas mortes, mas não o principal. Agora, são 38%.
11% afirmavam que Bolsonaro era o principal culpado pelos óbitos da pandemia. Agora, são 8%; 2% não souberam responder em agosto e em dezembro.
O instituto também perguntou aos entrevistados se, na opinião deles, o Brasil fez ou não o que era necessário para evitar o número de mortes provocadas pela Covid. Em junho, 54% responderam que o país não fez o que era necessário para evitar esse número de mortes. Em agosto, 49%. E agora, 53%.
Na primeira pesquisa, 19% disseram que nada que o país fizesse evitaria esse número de mortes. Depois, 22%. E agora, 22% de novo.
23% acreditavam que o Brasil fez o que era necessário para tentar evitar esse número de mortes. Depois, 24%. E agora 22%. Não souberam: eram 5%, depois 6% e agora, 4%.
O Datafolha perguntou também sobre o desempenho do Ministério da Saúde em relação ao coronavírus. Em março, quando Luiz Henrique Mandetta era o ministro da Saúde, 55% dos entrevistados avaliavam o desempenho como ótimo ou bom. No começo de abril, 76%. No fim de abril, já com Nelson Teich como ministro, o índice caiu para 55%. No fim de maio, com Eduardo Pazuello no ministério, 45%. Depois, 33%, 37%. E agora, 35%.
Na primeira pesquisa, na gestão Mandetta, 31% dos entrevistados avaliavam o desempenho do ministério como regular. No começo de abril, 18%. No fim de abril, com Teich, 26%. Em maio, já com Pazuello, 32%. Depois, 31%, 30%. E agora, 36%.
Ao todo, 12% dos entrevistados avaliavam como ruim ou péssimo o desempenho do ministério em março, no período Mandetta; 5% no começo de abril. Com Teich, no fim de abril o índice foi a 13%. Com Pazuello, que assumiu em maio 21%. Depois, 34%, 31%. E agora, 27%. Não souberam responder. 2%, 1%, 6%, 2% nas três pesquisas seguintes; e agora, 1%.
O Datafolha quis saber como a população avalia o desempenho dos governadores na pandemia. Em março, 54% dos entrevistados avaliavam o desempenho do governador do seu estado como ótimo ou bom. No começo de abril, 58%. No meio de abril, 54%; 50% em maio; 44% em junho. E agora, 41%.
28% dos entrevistados avaliavam o desempenho como regular em março. Depois, 23%, 24%, 24% de novo, 26% e agora, 28%.
Na primeira pesquisa, 16% avaliavam como ruim ou péssimo o desempenho dos governadores. No mês seguinte, 16% de novo. Depois, 20%, 25%, 29%. E agora, 30%. Não souberam: 3%, 2%, 2% de novo, e 1% nas três últimas pesquisas. O Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone entre os dias 8 e 10 de dezembro.
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