Escola de Jarinu fica entre finalistas de prêmio nacional sobre gestão


Projeto ganhou as etapas regional e estadual e estava concorrendo com mais quatro escolas de outros estados brasileiros na final. Vencedora foi uma escola de Pernambuco. Escola Estadual “Orlando Maurício Zambotto” fica entre as finalistas de prêmio nacional sobre gestão
Reprodução/ TV TEM
A Escola Estadual “Orlando Maurício Zambotto”, de Jarinu (SP), ficou entre as cinco finalistas do Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar. A premiação foi entregue na quinta-feira (10).
O projeto venceu as etapas regional e estadual e estava concorrendo com mais quatro escolas de outros estados brasileiros.
Professores, tutores e diretores acompanharam ansiosamente a transmissão virtual por um telão montado na Diretoria de Ensino de Jundiaí (SP).
Um vídeo contando um pouco sobre cada projeto inscrito foi exibido e diversos representantes nacionais da área da educação agradeceram o empenho dos gestores espalhados pelo país. Depois de uma hora e meia de emoções, o vencedor foi anunciado.
Escola de Jarinu fica entre as cinco finalistas em prêmio nacional
A escola vencedora é de Pernambuco, mas a unidade de Jarinu saiu como referência para a região sudeste. Durante a pandemia do coronavírus, eles conseguiram manter os 1.080 alunos matriculados estudando e não tiveram nenhum registro de evasão escolar.
De acordo com a diretora da Escola Estadual “Orlando Maurício Zambotto”, Camila Oliveira, a união foi essencial nesse período. “Essa pandemia, com tudo de ruim que ela veio, que ela também trouxe muito acolhimento, as pessoas se uniram mais. Para a nossa escola isso foi muito importante”, explica.
Apesar de ser uma escola urbana, 40% dos alunos vivem na área rural, muitos a 12 quilômetros de distância. Os professores mapearam os endereços e identificaram quem tinha ou não acesso a internet.
Para o conteúdo ser distribuído, um grupo de WhatsApp foi montado com um representante de cada turma, que se tornou o chamado “tutor”. A missão era ajudar os estudantes que não conseguiam se locomover para pegar as atividades ou que não tinham celular, computador e acesso à internet.
Mesmo sem conquistar o primeiro lugar, o vice-diretor Eder Carlos Pagani conta que já considera uma vitória o reconhecimento. “Saímos vitoriosos porque os 1.070 alunos não ficaram para trás. Eu acho que é isso o que é importante na educação, ninguém para trás.”
Saímos vitoriosos porque os 1.070 alunos não ficaram para trás. Eu acho que é isso o que é importante na educação, ninguém para trás.
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