Fapesq vai receber investimento de R$ 7 milhões da Capes para investir em pesquisa na Paraíba


Serão 26 programas de pós-graduação de universidades locais que serão beneficiadas. Presidente da Fundação falou de outros investimentos para 2021. Roberto Germano, presidente da Fapesq
Fapesq/Reprodução
O professor Roberto Germano, que é o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), declarou nesta quinta-feira (17) que a instituição teve quatro projetos aprovados pela Capes e isso significará investimentos na ordem de R$ 7 milhões que serão investidos em pesquisas de 26 programas de pós-graduações de universidades paraibanas. A verba será investida em 2021 e em contrapartida a Fapesq vai dar de contrapartida 30% desse valor, que será investido em custeio de material laboratorial e de consumo das pesquisas.
A informação foi repassada numa transmissão ao vivo em que ele falou dos principais investimentos que a Fundação vai fazer no ano que vem. Sobre o assunto, ele pontuou que a parceria aconteceu dentro do Programa de Desenvolvimento para Pós-Graduações em Áreas Estratégias, lançada este ano pela agência de financiamento do Governo Federal.
Roberto Germano aproveitou também para citar outras frentes que serão abertas pela Fapesq, citando programas como o Centelha, o Tecnova PB.
Sobre o Centelha, que tem como objetivo estimular a criação de startups que tenham potencial de impactar o desenvolvimento tecnológico local, ele disse que o objetivo é dobrar o número de contratos firmados. Em 2020, foram 28 contratos, de forma que ele pretende aumentar para ao menos 56 em 2021.
Já com relação ao Tecnova PB, Germano ponderou que o edital da segunda edição deve ser publicado em janeiro, com o foco totalmente voltado para a inovação industrial.
O professor explicou ainda que o Governo da Paraíba está analisando a criação de novos “editais de fomento”. Para, por exemplo, através de Fapesq, financiar parte dos gastos de viagem e permitir que a sociedade científica paraibana possa participar de “eventos internacionais de alto impacto”.
Ademais, a Fapesq quer estreitar parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapi), para criar núcleos temáticos de pesquisa que possam trabalhar a inovação na Paraíba.
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