Fiocruz faz pesquisa que avaliar impacto de práticas terapêuticas nos paraenses durante a pandemia


Questionário on-line pode ser respondido até o dia 18 de dezembro. Estudo vai avaliar impacto de práticas terapêuticas
Divulgação
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realiza uma pesquisa pela internet que quer avaliar os impactos de práticas terapêuticas reconhecidas durante o isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19 no Brasil. O questionário vai até o dia 18 de dezembro. Na região Norte, o Pará é o estado com maior porcentagem de participações, com 42%, mesmo assim o número é baixo comparado com as regiões sul e sudeste, diz a Fiocruz.
O coordenador da pesquisa, Cristiano Boccolini, explicou que o estudo é para ajudar a guiar políticas públicas voltadas para o tema. Estas práticas podem ser utilizada na melhoria da qualidade de vida e do equilíbrio mental da população. Segundo a Fiocruz, este é o maior estudo sobre o tema já realizado no Brasil.
“As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) têm sido usadas para a melhoria da qualidade de vida, autocuidado, equilíbrio mental e emocional, mas não impondo ou propondo a substituição de condutas ou protocolos definidos pela comunidade científica para o tratamento da Covid-19”, destacou o pesquisador.
Na lista das 29 práticas reconhecidas estão meditação, yoga, quiropraxia, acupuntura e outros. A lista completa está disponível no site da Fiocruz.
Para participar da pesquisa, o voluntário precisa apenas responder um questionário online. São 40 perguntas e ao todo o processo leva cerca de 10 minutos. Apenas pessoas maiores de 18 anos podem participar e as informações são confidenciais e ficam em um servidor seguro da Fiocruz. O formulário está disponível aqui.
A iniciativa é do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), em parceria com o Observatório Nacional de Saberes e Práticas Tradicionais, Integrativas e Complementares em Saúde (ObservaPICS) e o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE).
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