Fortur defende medidas flexibilizadoras suspensas pela Justiça

Autorização para funcionamento do setor hoteleiro com ocupação máxima foi suspensa por ordem judicial – Foto: Anderson Coelho/ND

O presidente do Fortur (Fórum de Turismo da Grande Florianópolis), Humberto Freccia, disse ontem que os setores de eventos e de hotéis não podem ser considerados “vilões” da pandemia em Santa Catarina.

Ele manifestou apoio ao decreto do governo do Estado que liberou a rede hoteleira com limite máximo e os eventos com 30% da capacidade e que foi suspenso por decisão judicial a pedido do Ministério Público. Segundo Freccia, o cumprimento dos protocolos torna os ambientes dos estabelecimentos seguros.

Além disso, de acordo com o presidente da Fortur, o setor de eventos tem um processo lento de retomada a partir da liberação oficial. “Não reage na mesma velocidade, demora de seis meses a um ano para voltar à capacidade razoável de ocupação e realização, não é algo imediato”, sustenta Freccia.

Desde março, 92 eventos deixaram de ser realizados em Florianópolis, com uma perda de receita estimada em R$ 27 milhões e 3,5 mil trabalhadores afetados. “SC é um dos poucos Estados do país que ainda com essa proibição”, protesta.

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