Defesa de Moisés contesta segundo pedido de impeachment

Um documento com 35 páginas de texto e dezenas de documentos compõe a defesa do governador Carlos Moisés da Silva no segundo pedido de impeachment que tramita na Assembleia Legislativa do Estado.

Impetrado por advogados, empresários, professores e um desembargador aposentado, este segundo processo denuncia o governador e a vice-governadora pela fraude dos respiradores, pelo contrato do hospital de campanha de Itajaí e por omissões em atos de governo.

Os três advogados que contestam as denuncias contidas no pedido de cassação repetem a tese do primeiro, alegando que não há justa causa.

Começam por refutar que ,no meio das acusações, está o chamado “conjunto da obra”do governo Moisés, frustrando as expectativas da população catarinense.

E enumeram os principais fatos considerados positivos:

  1. A aprovação da prestação de contas da atual gestão, relativa a 2019, com menor número de restrições.
  2. O reequilíbrio das contas publicas. Tinha 1,2 bilhão de déficit e deixou o fim do ano com 161 milhões de superávit.
  3. Menciona a crise da pandemia do Covid-19, citando que Santa Catarina tem o menor índice de letalidade do Brasil.
  4. Falando dos respiradores defende punição exemplar pelos envolvidos na fraude, mas isenta o governador de responsabilidade direta.
  5. Sobre o contrato do hospital de campanha, rescindido por ordem do TCE, nega participação do governador no processso.

A defesa é assinada pelos advogados Marcos Probst, Edinando Brustolin e Luiz Campelo.

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