Delegacia de Homicídios da Capital do Rio ganha reforço com mais quatro delegados

Na tentativa de mais agilidade nas identificações de assassinatos nas primeiras 48 horas do crime e, consequentemente, identificar os autores, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) ganhou mais quatro delegados – dois deles acostumados a investigar o crime organizado cometido pela milícia ou o tráfico de drogas. Segundo o secretário da Polícia Civil, “a ideia é que a DH seja prioridade máxima nessa gestão” para que todos os crimes de assassinatos sejam resolvidos com maior rapidez. Além de rápida elucidação, o objetivo é suprir a falta de profissionais na especializada.

O Boletim Interno da corporação desta sexta-feira traz a troca dos delegados que estavam no Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) e que foram realocados no Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP) que comanda todas as DHs do estado.

Os investigadores que passarão a atuar na DHC são: Paulo André Sousa da Silva, Rômulo Assis Coelho Caldas, Rita de Cássia Salim Tavares e Tatiana Ribeiro Queiroz de Oliveira.

Rômulo Assis e Paulo André são especialistas em investigações no combate à lavagem de dinheiro e já tiveram a frente de várias investigações no DGCOR-LG. Entre os inquéritos, crimes cometidos pelo miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, que comanda o maior grupo paramilitar do estado.

O delegado Allan Turnoviski, secretário da Polícia Civil, afirma que além de identificar os assassinos o objetivo é atacar grupos organizados que cometem crimes em série.

— Essa ida desses delegados para a Delegacia de Homicídios da Capital visa suprir uma deficiência no quadro de delegados que hoje estão lá. Dois vão compor o Grupo Especial de Local de Crime (Gelc) – responsável pelas coletas de provas nas primeiras 48 horas, como exame de local e etc – e os outros dois já entram na integração com outras delegacias que combatem o crime organizado. — afirma Turnoviski.

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