Dor nas costas é doença crônica mais comum entre rondonienses; são 357 mil vítimas, diz IBGE


Em 2019, cerca de 21,9% da população sofria com dores nas costas, o segundo maior número da Região Norte. Hipertensão aparece na sequência.
Dor nas costas é o problema mais comum entre os rondonienses, diz IBE
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (20), através da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que doenças relacionadas com a coluna vertebral são as mais comuns entre os moradores de Rondônia. Em 2019, cerca de 21,9% da população sofria com dores nas costas (cerca de 357 mil pessoas), o segundo maior número da região Norte.
Desse total de problemas na coluna, 20,5% dos rondonienses e 20% dos porto-velhenses tinham grau intenso ou muito intenso de limitações nas atividades habituais.
Ainda conforme o IBGE, a segunda doença crônica mais comum na população local é a hipertensão arterial. No ano passado, 18,8% dos moradores acima de 18 anos tinham diagnóstico médico para esta enfermidade, sendo que as mulheres têm proporção maior que os homens.
” 21,4% do universo feminino tem este diagnóstico enquanto que no universo masculino esta proporção é de 16,1%. Das pessoas com diagnóstico de hipertensão, 91,5% tiveram medicamento prescrito e 82,7% tomaram todos os medicamentos receitados”, revela a pesquisa.
Ainda em relação a hipertensão arterial, 31,7% dos moradores tiveram pelo menos um medicamento adquirido através do programa “Aqui tem farmácia popular”.
Diabete ficou em terceiro lugar como a enfermidade mais frequente no estado. Sobre os exames de diabetes, 12,1% da população acima de 18 anos nunca fez um teste de glicemia. A proporção entre os homens é maior que entre as mulheres: 17,4% e 7%, respectivamente.
“Tanto o estado quanto a capital apresentam os maiores índices brasileiros de diabéticos com grau intenso ou muito intenso de limitações nas atividades habituais em decorrência da doença. Em Rondônia, 11,3% dos diabéticos estavam nesta situação e, em Porto Velho, a taxa foi de 26,4%”, afirma o IBGE.
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