Escolas devem evitar trabalhos em grupo e estudantes não poderão dividir materiais na retomada das aulas


Protocolo com as medidas de saúde que devem ser seguidas pelas escolas foi publicado pelo Governo do Tocantins. Retomada deve começar pelas turmas mais velhas. Sala de aula na Escola Estadual Maria dos Reis Alves Barros
Elias Oliveira / Governo do Tocantins
O Governo do Tocantins publicou o protocolo com as medidas de segurança que devem ser adotadas por escolas e universidades, tanto da rede pública quanto da particular, na retomada das aulas presenciais. O documento não é um calendário, já que as datas do retorno serão definidas por cada unidade de acordo com a realidade local. Ele tem apenas as diretrizes gerais que devem ser adotadas por todos para evitar uma nova onda de contágio pelo coronavírus.
Entre as orientações, está a de que os professores devem evitar trabalhos em grupo. Também ficou decidido que os alunos não podem compartilhar materiais escolares, como lápis, borracha ou apontador, por exemplo. Há ainda a orientação de que os intervalos devem ser “readequados” para evitar a aglomeração, mas não foi especificado quais mudanças devem ser feitas.
As portas e janelas das salas de aula devem ficar abertas o tempo todo e os aparelhos de ar condicionado devem permanecer desligados. Os bebedouros devem ser mudados de lugar para os pontos com menos aglomeração e longe das entradas dos banheiros.
A limpeza de torneiras, corrimãos e maçanetas deverá ser feita três vezes por turno. Nos locais onde for possível, deve haver sentido único de entrada e saída nos ambientes e corredores sinalizados com o fluxo de caminhada para os estudantes.
O documento completo tem 25 páginas e pode ser consultado neste link disponibilizado pelo Governo do Tocantins.
As medidas de distanciamento que são obrigatórias em outros ambientes, como as máscaras faciais, o álcool em gel disponível e espaço de um metro e meio entre as cadeiras também são obrigatórias em escolas.
Mesmo seguindo todas as orientações, cada escola terá uma comissão para identificar casos suspeitos e avaliar a necessidade de suspender as aulas novamente caso o vírus esteja circulando na unidade. Quando forem retomadas, as aulas devem começar pelas turmas mais velhas e serem retomadas gradativamente, com intervalos mínimos de sete dias entre uma turma e outra.
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