Família procura por jovem que desapareceu após ter carro roubado e suspeitos serem mortos em confronto com a PM


Estudante estava no carro do pai quando foi abordado por criminosos. Polícia está fazendo buscas pelo rapaz. Jovem que teve o carro roubado está desaparecido em Itapuranga
Familiares buscam pelo estudante Murilo Ramos de Souza, de 25 anos, que desapareceu após ser abordado por criminosos, que roubaram o carro, em Itapuranga, região central do estado. Quatro suspeitos de terem cometido o crime acabaram morrendo em confronto com a Polícia Militar.
Murilo foi visto pela última vez no sábado (26), após pedir o carro do pai emprestado para sair. Ele parou em uma praça para comer um espetinho. Testemunhas disseram que ele estava sozinho na mesa e ficou pouco tempo.
A polícia acredita que os criminosos estavam por perto e decidiram seguir o jovem para roubar o carro. Uma imagem de câmera de segurança registrou quando o carro em que Murilo é seguido por outro, em uma rua de Itapuranga.
Na madrugada de domingo (27), o veículo foi encontrado pela PM em Anápolis com quatro homens. Segundo os policiais, o grupo estava armado e reagiu à abordagem e acabou morrendo em confronto.
“Não tem pista nenhuma. A polícia matou os bandidos que poderiam informar o paradeiro dele”, disse o tio de Murilo, José Ramos. Mesmo sem pistas, familiares fizeram buscas na GO-223, entre Uruana e Rianápolis, trecho em que uma testemunha disse que viu o carro em que Murilo estava.
Murilo Ramos de Souza desapareceu após ter carro roubado, em Itapuranga
Reprodução/TV Anhanguera
O comandante da Companhia de Policiamento Especializado de Anápolis, major Leonardo Bernardes, disse que os quatro suspeitos atiraram contra os policiais militares e, por isso, houve o confronto que acabou na morte do grupo. O comandante disse ainda que está auxiliando nas buscas pelo jovem.
A Polícia Civil informou que as equipes das delegacias de Ceres e Itaberaí trabalham para tentar localizar o Murilo. O confronto que terminou na morte dos suspeitos está sendo apurado pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Anápolis.
Quanto mais o tempo passa, maior fica a angústia da família. “Está todo mundo descontrolado, indefeso. A gente não sabe para onde ir, onde procurar. Eu sou tio e estou custando aguentar a falar. O pai e a mãe dele estão em uma situação difícil”, completou José Ramos.
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