Hospital de Base participa de teste de medicamento contra a Covid-19 e busca por voluntários


Teste é com o medicamento miR-AGE, de uma empresa francesa de biotecnologia. HB participa de sete estudos de medicamentos para a doença. Hospital de Base de Rio Preto participa de vários estudos de remédio para combater o coronavírus
Reprodução/TV TEM
O Centro Integrado de Pesquisa do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP) iniciou nesta semana a participação de mais um estudo de desenvolvimento de medicação para o tratamento da Covid-19.
A empresa francesa de biotecnologia Abivax SA anunciou o início do miR-AGE, estudo para a Covid-19 com a participação do HB e outros centros de pesquisa clínica no Brasil.
De acordo com o hospital, o estudo foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e agências sanitárias da França, Alemanha, Reino Unido e Itália.
Os candidatos voluntários para tomarem o medicamento serão pessoas com diagnóstico de Covid-19 (resultado do PCR) nos últimos dois dias, sem sintomas graves, acima de 65 anos ou com menos de 65 anos que apresentem fatores de risco para doenças graves (comorbidades).
Os candidatos devem entrar em contato com o Centro Integrado de Pesquisa do Hospital de Base de Rio Preto pelo telefone (17) 3201-5054, com a enfermeira Gabriela.
Mais estudos
O Centro Integrado de Pesquisa do hospital é referência no noroeste paulista no estudo do coronavírus. Com este da empresa francesa, sete estudos para o desenvolvimento e utilização de medicamentos para o combate e tratamento da Covid-19 estão sendo feitos no centro.
Os estudos envolvem instituições médicas de todo o mundo, consideradas referências na saúde e em estudos clínicos em seus países.
Apenas um dos cinco estudos conduzidos pelo Hospital de Base de Rio Preto conta com 30 pacientes voluntários em três meses, enquanto a média de pesquisas clínicas de outras doenças em medicina reúne esta quantidade em até três anos.
Dos estudos, quatro encontram-se nas fases 2 e 3, nas quais é analisada a eficácia terapêutica do medicamento. Se comprovada, resta somente ao estudo ser aprovado pelos órgãos reguladores governamentais dos países para serem ministrados aos doentes. No Brasil, a Anvisa é o órgão regulador.
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