Hospital Leonardo da Vinci passa a realizar cirurgias eletivas em Fortaleza


A unidade terá capacidade de realizar até 800 procedimentos por mês, segundo o secretário da Saúde, Dr. Cabeto. O material foi levado para o Hospital Leonardo Da Vinci
Reprodução
O Hospital Leonardo da Vinci, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), localizado em Fortaleza, passou a realizar cirurgias eletivas desde esta terça-feira (13). A unidade terá capacidade de realizar, por mês, cerca de 800 cirurgias gerais, e nas áreas de ortopedia, otorrinolaringologia e urologia, segundo informou o secretário da Saúde do estado, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Dr. Cabeto.
Até março deste ano, o hospital estava desativado e foi reaberto para receber pacientes com Covid-19, sendo referência no atendimento aos casos no Ceará. A unidade foi transformada pelo governo do Ceará no principal ponto de atendimento a casos de média e alta complexidade para os infectados com o novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Voltando ao atendimento a casos gerais, o Hospital Leonardo da Vinci vai contar com 198 leitos, entre enfermaria e UTI, e também com nove salas de cirurgias. Além das especialidades já citadas acima, o gestor da pasta informa que há intenção de ampliar as áreas de atuação na unidade.
“Esperamos reduzir as filas cirúrgicas e até extingui-las. Acreditamos que, até os primeiros meses do ano que vem, vamos conseguir dar acesso a todos aqueles que precisam de cirurgias no estado do Ceará”, destacou Dr.Cabeto.
O atendimento dos casos de Covid-19 continuará a ser oferecido no hospital, porém, com um número menor de leitos.
“Isso está sendo feito com toda a responsabilidade, fazendo planejamento em cada unidade, mantendo em cada unidade o atendimento também pra Covid. Pra que, caso haja um aumento do número de casos, nós estejamos preparados pra ampliar imediatamente esses leitos e garantir o atendimento e acesso à população”, acrescentou.
Atualmente, o hospital possui 34 leitos exclusivos para atendimento à Covid-19, sendo 24 de enfermaria e 10 de UTI. De acordo com o secretário da Saúde, a unidade tem capacidade para ativar até 150 leitos destinados à doença, dependendo da demanda.
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