Maria D’Apparecida, a cantora lírica ‘esquecida’ que superou o racismo

Maria D’Apparecida foi uma meio-soprano carioca que interpretou “Carmen” na Ópera de Paris, gravou cerca de vinte discos e cantou com Baden Powell, entre outras coisas. Após ouvir que não poderia cantar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro por ser negra, ela foi até a França, onde fez carreira e se tornou uma embaixadora da música brasileira na Europa. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana conta a história de Apparecida, que se tornou a primeira negra latino-americana a cantar na Ópera de Paris. Filha de faxineira, ela foi criada por uma família de classe média no Rio de Janeiro, foi musa do pintor surrealista Félix Labisse e sofreu acidente que a fez se voltar para a música popular. Para remontar a trajetória da cantora, o podcast ouviu a jornalista e pesquisadora Mazé Torquato Chotil, biógrafa de Apparecida. Também participa João Perassolo, repórter da Folha que escreveu uma reportagem sobre a artista. Com novos episódios todas as quintas, às 16h, o Expresso Ilustrada discute música, cinema, literatura, moda, teatro, artes plásticas e televisão. A edição desta semana é de Natália Silva, e o roteiro é de Lucas Brêda e Carolina Moraes, que também apresentam o programa.

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