Mulher toma susto ao se deparar com cobra de duas cabeças dentro de casa; vídeo

Uma moradora da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, levou um baita susto ao avistar uma cobra de duas cabeças perto de uma mesa no solário de sua casa. No domingo, dia 27, Jeannie Wilson postou um vídeo da serpente em seu perfil no Facebook e perguntou aos seguidores o que ela deveria fazer.

“Ok facebook…alguém aí sabe de um lugar que aceitaria a Encrenca Dupla aqui e cuidaria dela(e) ou eu deveria deixá-la ir? Não é venenosa”, escreveu a mulher na postagem.

Em entrevista à emissora de TV local “WSOC”, Jeannie relatou que a primeira coisa que fez ao se deparar com o réptil foi ligar para o genro e logo avisou que não estava “maluca”.

“Eu vi suas cabeças primeiro e não pude acreditar Eu não queria matá-la, então colocamos em um frasco. Todos ficaram surpresos, ‘uau, uma cobra de duas cabeças na casa de Nana’”, disse.

À revista “Newsweek”, ela contou ter procurado o centro de ciências local, no condado de Alexander, que recolheu a cobra.

“Eles me disseram que (a serpente) tinha cerca de quatro meses de idade e era uma cobra-rato que estava se preparando para trocar de pele… Acho que é por isso que não estava comendo”.

Jeannie admitiu que já sente falta do pequeno animal, a quem poderá visitar, segundo a equipe do centro de ciências.

“Era muito gentil de manusear e nunca se ofereceu para me morder”, afirmou.

Baixas chances de sobrevivência na natureza

De acordo com a “National Geographic”, as evidências sugerem que uma cabeça pode até tentar atacar ou morder a outra se sentir o cheiro da presa em si mesma.

“Eles também têm muita dificuldade em decidir que direção tomar e, se tivessem que responder a um ataque rapidamente, simplesmente não seriam capazes disso”, disse o herpetologista Gordon Burghardt, da Universidade do Tennessee, à “NatGeo”, acrescentando que suas chances de sobrevivência na natureza são muito baixas.

“Observá-los se alimentando, muitas vezes lutando para ver qual cabeça engolirá a presa, mostra que a alimentação leva muito tempo, durante o qual eles seriam altamente vulneráveis ​​a predadores”, afirmou.

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