No Acre, Procon deve fiscalizar estabelecimentos para evitar venda de azeite adulterado


Instituto iniciou alertando consumidores sobre consumo de azeite que tiveram as vendas suspensas com suspeitas de fraude. Ação ocorre após Ministério da Agricultura suspender a venda de nove marcas de azeite de oliva. Mapa mandou suspende a venda de nove marcas de azeite de oliva sob a suspeita de fraude
Carlos Silva/Mapa
O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon-AC) está alertando os consumidores sobre o risco de consumo de azeite de oliva fraudado. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mandou suspender a venda de nove marcas de azeite sob a suspeita de fraude na produção.
A ação do ministério ocorreu após a Polícia Civil do Espírito Santo desarticular, na quarta-feira (11), uma organização criminosa especializada na falsificação de azeites. Na operação, foram apreendidos mais de três mil frascos. Segundo a polícia, o que era vendido como azeite de oliva extravirgem, seria, na verdade, óleo de soja.
No Acre, o Procon vai iniciar uma ação para fiscalizar os estabelecimentos comerciais sobre a venda dessas marcas que foram proibidas de ser comercializadas.
Veja a lista das marcas proibidas:
Casalberto
Conde de Torres
Donana (Premium)
Flor de Espanha
La Valenciana
Porto Valência
Serra das Oliveiras
Serra de Montejunto
Torezani (Premium)
“Na próxima semana vamos notificar os estabelecimentos. Já fizemos uma ação assim ano passado, que também teve uma denúncia com relação a isso. Vamos fazer de novo para não ter esse problema aqui. O alerta é que veja as marcas comercializadas porque tem algumas suspeitas de fraude”, destacou o chefe do setor de fiscalização do Procon-AC, Rommel Queiroz.
Caso seja encontrada algum produto das marcas proibidas nas prateleiras, Queiroz disse que o comércio vai ser notificado e deve fazer a retirada do material. “O Ministério da Agricultura já verificou que é fraudado. Estão vendendo óleo no lugar de azeite. Às vezes, a marca é original, mas estão colocando o produto ilegal no lugar. Vamos verificar se há ou não essa irregularidade”, concluiu.
Vídeos: G1 em 1 Minuto-AC com Janine Brasil e Tácita Muniz
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