Período da piracema impõe restrições à pesca no Rio Piracicaba a partir deste domingo


Restrição segue até 28 de fevereiro e multa para quem desobedecer a lei ambiental é de R$ 700 e mais R$ 20 a cada quilo de pescado capturado. Infrator também responde por crime ambiental. Piracema no Rio Piracicaba
Antonio Trivelin/Arquivo pessoal
O período da piracema impõe restrições à pesca no Rio Piracicaba (SP), a partir deste domingo (1). A medida ocorre até 28 de fevereiro e visa proteger a reprodução natural dos peixes nativos da bacia hidrográfica do Rio Paraná, incluindo o manancial da cidade.
Quem descumprir a lei nos próximos quatro meses pode pagar multa de R$ 700 com acréscimo de R$ 20 para cada quilo de peixe pescado. O infrator ainda pode ser detido e responder por crime ambiental previsto na Lei 9605/98.
Neste período, a distância mínima dos locais proibidos aumenta como, por exemplo, das corredeiras, que passa de 200 metros para 1.500 metros à montante ou jusante. A pesca é permitida somente dos peixes não nativos, com máximo de 10 quilos para pesca amadora e uso de vara simples (caniço).
O uso de embarcação fica proibido em rios, exceto locais não considerados proibidos pelo Ibama – veja aqui mais detalhes. Algumas das espécies nativas com pesca proibida são:
Corimbata;
Piau;
Traíra;
Dourado;
Cascudo;
Lambari;
Piapara.
Denúncias
Para denunciar crimes no período da piracema é preciso acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou entrar em contato com os pelotões que integram a 7ª Companhia da Polícia Polícia Militar Ambiental: Pirassununga (19-3565-1288), São João da Boa Vista (19-3630-1700) e Rio Claro (19-3522-1260).
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