Pernambuco registra aumento de 7,3% nos casos de sífilis em 2019


Registros de sífilis congênita, que é transmitida da mãe para o bebê durante o parto, diminuíram 12,8% em relação ao ano de 2018, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. O diagnóstico de sífilis é rápido
Rodrigo Nunes/Divulgação
O número de pessoas com sífilis no estado de Pernambuco aumentou cerca de 7,3% em 2019, em comparação com o ano de 2018. Já no caso da sífilis congênita, que é transmitida da mãe para o bebê durante o parto, o total de infecções no estado diminuiu 12,8% no mesmo período. Os dados foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta quinta-feira (15).
Também foi registrado, em Pernambuco, um aumento nos registros da doença entre as gestantes, de 3.248 casos em 2018 para 3.375 mulheres infectadas em 2019. De acordo com a secretaria, esse número reforça a importância do tratamento correto da sífilis, que é uma infecção sexualmente transmissível e tem cura.
O sábado (17) é o Dia Nacional de Combate a Sífilis, data em que é reforçada a necessidade da prevenção da doença, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.
De acordo com a SES, a maioria dos casos registrados são de jovens com idade entre 20 e 29 anos. A doença pode ser transmitida pelo contato entre parceiros em uma relação sexual ou pela mãe para o bebê no momento do parto. Para as grávidas, o indicado é realizar o teste no primeiro trimestre da gravidez ou na primeira consulta pré-natal.
O teste para sífilis pode ser feito em postos de saúde, Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e Serviços de Assistência Especializada em HIV/Aids (SAE). O tratamento e o diagnóstico da doença são gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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