Policiais são hostilizados ao tentar acabar com ‘festa paredão’ em Salvador; PM da reserva teria incentivado ato


Caso ocorreu no bairro de Cosme de Farias. Policial da reserva que estava no local foi levado para a corregedoria, ouvido e liberado. Policiais militares são hostilizados na Baixa do Tubo ao tentar acabar com festa paredão
Equipes da 58ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foram hostilizadas quando tentavam acabar com uma “festa paredão” com cerca de 300 pessoas, no bairro de Cosme de Farias, no domingo (28). [Assista vídeo acima]
Segundo informações da PM, 13 guarnições chegaram depois das 18h, após comunicado de que estava havendo um evento com aglomeração e uso de caixas de som, no fim de linha da comunidade da Baixa do Tubo.
Ao chegar no local, os policiais atuaram para apreender o material de som e conter com abordagem aqueles que eram suspeitos de usar substancias ilícitas.
“Em dado momento uma pessoa que naquele momento, não sabíamos tratar se exatamente era um profissional da Polícia Militar, um capitão da reserva, aproximou-se e questionou as nossas ações. Dentro da técnica que estávamos utilizando, estava tudo funcionando de forma perfeita. A ação desse policial militar da reserva foi o estopim para que, infelizmente, aquelas pessoas que estavam ali já com objetivo claro de cometer desvio de conduta, iniciassem uma reação contra as guarnições”, disse o major Jailson Damasceno, comandante da 58ª CIPM.
PMs foram hostilizados em bairro de Salvador, ao tentar acabar com ‘festa paredão’
Reprodução/TV Bahia
Imagens registradas no local, mostram a multidão vaiando as equipes da PM e gritando o nome de uma pessoa, que seria o do policial da reserva envolvido na confusão.
“Ele ali funcionou como se fosse uma liderança para a conduta errada. Ele seria uma pessoa que não deveria estar ali, por ser um morador e por ser um policial militar da reserva remunerada”, disse o major.
Ainda segundo o Major o policial militar da reserva foi levado à corregedoria da corporação, onde ele foi ouvido e liberado.
“Conduzimos o policial militar para a corregedoria, onde certamente ele vai posteriormente responder a um processo administrativo, e acabamos com o evento.”
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