Qualirede é destaque por valorizar as mulheres no ambiente de trabalho

Juliana Carvalho, funcionária da Qualirede, com a filha Isabela, de 1 ano e seis meses – Foto: Divulgação

Funcionária na Qualirede há quatro anos,  Juliana Machado Alves Carvalho, 32 anos, é um dos exemplos de como a empresa, líder em gestão de saúde, preza e valoriza as mulheres no ambiente de trabalho, incluindo as colaboradoras gestantes.

Muitas profissionais ainda enfrentam desafios, apenas pelo fato de serem mulheres. Por isso, essa valorização é fundamental para gerar diversidade dentro das empresas, combater a desigualdade de gênero e os preconceitos em relação à qualificação delas.

A Qualirede é destaque na valorização das funcionárias no ambiente profissional e já foi eleita a 5ª melhor empresa para a mulher trabalhar no Brasil.

Fundada e liderada por Irene Minikovski Hahn, a Qualirede se diferencia pela forte presença feminina no quadro de colaboradores e na alta liderança. Hoje, 80% do quadro geral é composto por mulheres, que também ocupam 80% dos cargos de liderança, incluindo as de presidente e de CEO.

Antes da Qualirede, Juliana trabalhou em outras duas empresas, uma de pequeno porte e outra de grande porte, em ambas sentiu receio de seguir planos da vida pessoal, como o desejo de ser mãe.

“Eu tinha receio, pois não havia o cuidado com a mulher, na primeira empresa precisei adiar até alguns planos para o meu casamento”, conta.

Ao colocar o antigo projeto de ser mãe em prática, a assistente administrativa conversou com seu coordenador na Qualirede. Para ela, é muito importante essa troca de informações.

“Nossa vida pessoal e algumas de nossas decisões impactam a nossa vida corporativa. Queria saber como era o momento também para a empresa”, afirma. Hoje, Juliana é mãe de Isabela, 1 ano e 6 meses.

Apoio no período de gravidez

Juliana relata que sua gestação foi muito tranquila e o que contribuiu foi o fato de não ter preocupação com o trabalho, além do acompanhamento que teve na Clínica de Atenção Primária à Saúde (APS), com a Dra. Fernanda Zanatta.

“Eu sou muito grata pelas profissionais que me acolheram e planejaram comigo todo esse momento, pré e pós-gestação, assim como a minha coordenadora Luciana Rodrigues e equipe”, afirma.

Incentivo para crescimento profissional

A experiência com a empresa durante o processo de gravidez não foi diferente do que Juliana esperava, pois já percebia o cuidado da Qualirede com as gestantes.

“Percebi também que a maioria das gestantes, quando retornaram ao serviço após a licença, receberam incentivo para crescimento profissional, o que acabou sendo o meu caso também”, aponta.

Juliana recebeu apoio da empresa no retorno às atividades após a licença maternidade, período em que conquistou o novo cargo no setor administrativo.

“Conversei com a minha coordenadora sobre a possibilidade de me candidatar ao cargo, e fiquei muito feliz com o apoio que recebi. Essa situação não é bem vista na maioria das empresas que conheço, as pessoas ainda acreditam que a licença maternidade é como férias para as mães, o que não é correto”, aponta.

Na entrevista, Juliana confirmou que ser mãe não era um problema para a Qualirede, e que a única preocupação era seu desempenho profissional.

Programa Baby

Programa Baby da Qualirede apoia mães com recém-nascidos, como Isabela – Foto: Divulgação

Quando as funcionárias da Qualirede engravidam, o momento é celebrado e acompanhado pela empresa via Programa Baby, que oferece o acolhimento e apoio psicológico necessários durante a gestação para as colaboradoras e contempla também as esposas grávidas dos colaboradores.

Quando o bebê nasce, é enviado um kit com mimos e um cartão homenageando e reconhecendo a importância desse momento, reforçando o apoio da empresa.

Ao voltar a trabalhar, a colaboradora recebe todo o suporte necessário e um auxílio-creche. As mulheres têm liberdade para levar os filhos ao médico ou para amamentá-los. O acolhimento é tão significativo que 91% das mulheres continuam atuando na Qualirede, após o fim da licença-maternidade.

Juliana participou de conversas sobre amamentação, parto e cuidados iniciais com o bebê. Quando Isabela nasceu, ela também recebeu da empresa um presente com bolsa, protetor de pescoço e toalhas.

“Esse presente é maravilhoso, você se sente acolhida mesmo não estando na empresa”, conclui.

Desafio do home office

No contexto atual, e com o home office vem sendo utilizado por grande parte das empresas, Juliana voltou das férias já se adequando ao ritmo do trabalho em casa. Assim como outras mulheres, ela precisou aprender a conciliar o papel de mãe, profissional, esposa e dona de casa no mesmo ambiente.

Juliana com a filha, Isabela, no trabalho em home office – Foto: Divulgação

“Foi um início delicado porque no período da manhã fico sozinha com a minha filha, e temos reuniões periódicas nesse período. Ela acaba participando das reuniões, e sinto uma compreensão por parte de todos os gestores nesse processo de exercer as duas atividades ao mesmo tempo. No fim, acaba que ter a minha filha ali presente não interfere no relacionamento e no andamento das atividades, e esse é um diferencial bem grande da Qualirede”, conclui Juliana.

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