Marido e sobrinho são condenados por assassinato de mulher em Santa Rosa; morte seria queima de arquivo

Os dois teriam decidido matar Justina Bailon de Sales porque ela sabia de outros crimes cometidos por eles. José Bonfim Ferreira dos Santos e Pedro Dias de Sena Ferreira foram condenados a 20 anos de prisão. Os acusados da morte de Justina Bailon de Sales Dias, em Santa Rosa do Tocantins, foram condenados a 20 anos de prisão cada pelo Tribunal do Júri. José Bonfim Ferreira dos Santos, que era marido da vítima, e Pedro Dias de Sena Ferreira, sobrinho dela, foram julgados por homicídio triplamente qualificado
Os réus podem recorrer da sentença, mas seguem presos enquanto o processo tramita. O G1 não conseguiu contato com a defesa dos condenados.
O crime aconteceu em julho de 2018. De acordo com o inquérito policial, a motivação do crime foi queima de arquivo. Justina teria conhecimento sobre o envolvimento dos dois réus em outro assassinatos. O nome das suposta outra vítima não foi divulgado porque o caso ainda está sendo investigado.
A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO). Segundo o laudo da perícia, Justina Bailon foi esfaqueada quando já estava caída no chão. A necropsia apontou ‘anemia aguda’ como causa da morte, o que indica que a vítima sangrou até morrer.
O Tribunal do Júri considerou as três qualificadoras do crime sustentadas pelo promotor de Justiça Breno Simonassi durante a sessão: emprego de meio cruel, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além da ocultação do crime anterior.
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