Mas hein? Desenvolvedor consegue executar tecnologia Ray Tracing em um Super Nintendo

Você acreditaria se alguém te contasse que foi capaz de utilizar a tecnologia Ray Tracing em um Super Nintendo, console dos anos 90 da japonesa? Bem, em um primeiro momento você não deveria. Mas com uma série de gambiarras, um desenvolvedor conseguiu essa façanha. Ou quase isso.

Antes de mais nada, precisamos entender as óbvias limitações do dispositivo de jogos: ele não é capaz de, sozinho, nem ao menos rodar o Star Fox que recebeu em 1993. O cartucho do game possuía um co-processador gráfico, o Super FX, que aí sim passou a permitir uso de polígonos, e mesmo assim de forma primitiva, a 15 FPS.

Para quem não sabe, o Ray Tracing é uma tecnologia de renderização complexa de iluminação que permite uma simulação mais próxima da realidade da interação entre um feixe luminoso e os objetos. As interações do Ray Tracing com o código-fonte de um jogo implicam não apenas nos comandos selecionados pelo programador, mas também em comandos adicionais próprios dessa tecnologia para se “guiar” e interpretar objeto a objeto, e como eles impactam naquela cena. Graças a isso a iluminação é gerada em tempo real, gerando mapas mais realistas, já que poças, vidro, superfícies espelhadas e outros assets impactam diretamente na renderização da luz.

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