Museu Mariano Procópio expõe projeto do monumento ao Cristo Redentor em Juiz de Fora


Exposição faz parte do projeto “A Peça da Semana”, e foi publicada nas redes sociais do Museu. Museu Mariano Procópio coloca em exposição projeto do monumento ao Cristo Redentor em Juiz de Fora
Prefeitura de Juiz de Fora/Divulgação
O projeto “A Peça da Semana”, do Museu Mariano Procópio em Juiz de Fora, colocou em exposição através das redes sociais o projeto do monumento ao Cristo Redentor, erguido na cidade no início do século XX, no Morro do Cristo, Bairro São Pedro.
Também conhecido como como “Morro do Redentor”, “Morro da Liberdade” e “Morro do Imperador”, o local é um dos pontos elevados da cidade, com mais de 900 metros de altitude.
Proporcionando vista panorâmica da região central de Juiz de Fora, o ponto e o monumento podem ser vistos de diferentes pontos do município.
Segundo a Prefeitura, o Morro do Cristo foi tombado em 1990, o que realça a importância espaço e da capela ali erigida, para a memória, a cultura, a paisagem e o turismo da cidade.
Histórico
A construção do monumento foi idealizada pelo comerciante Francisco Batista de Oliveira (1857-1902), que, já na virada do século XIX para o XX, mandou erguer no alto do então “Morro do Imperador” uma cruz, para celebração periódica de missa campal. Após seu falecimento, a continuidade do projeto coube à Associação Católica Pão de Santo Antônio, responsável por angariar fundos para construção do monumento.
Já a elaboração e execução do projeto foram conduzidas pela Companhia “Pantaleone Arcuri & Spinelli”, então uma das construtoras mais importantes da cidade.
Segundo a Prefeitura, a obra teve início em maio de 1905 e foi concluída em novembro do mesmo ano, com a inauguração ocorrendo apenas em julho do ano seguinte. O monumento possui 25 metros de altura. A imagem, com 3,75 metros, foi importada da Maison Raffe, de Paris.
O projeto do monumento, documento importante para a memória e história da cidade, foi doado ao Museu “Mariano Procópio” pelos filhos de Pantaleone Arcuri em 1967.
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