PM encontra maconha escondida em túmulo de cemitério no DF


Militares acharam droga em lápide depredada. Caso ocorreu em Sobradinho; G1 aguarda resposta da Campo da Esperança, empresa que administra o cemitério. PM encontra maconha escondida em túmulo de cemitério no DF
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) descobriu, nesta quarta-feira (16), que traficantes usavam túmulos depredados, no cemitério de Sobradinho, para esconder drogas e fugir dos flagrantes. De acordo com o segundo-sargento Wendel Machado, “eles [os traficantes] pulam o muro e violam os túmulos que ficam mais afastados da administração do cemitério”.
Polícia Civil incinera 5 toneladas de drogas apreendidas no DF
Delegado preso no DF produzia maconha ‘em escala industrial’, diz Polícia Civil
Conforme a PM, foram apreendidas 106 gramas de maconha escondidas dentro de um túmulo (veja vídeo acima). O G1 questionou a empresa Campo da Esperança, que administra os seis cemitérios de Brasília, no entanto, até a publicação desta reportagem, a concessionária não havia se manifestado.
Polícia Militar apreende entorpecentes escondidos em cemitério, no DF
PMDF/Divulgação
De acordo com o segundo-sargento Machado, no mês passado, a equipe também encontrou um tablete de maconha dentro de um túmulo, no mesmo cemitério. A Polícia Militar informou que está intensificando o policiamento na região.
“O objetivo da ação é acabar com o tráfico nas vizinhanças do cemitério”, diz a PM.
Tráfico de drogas
Polícia Civil incinera 5 toneladas de drogas apreendidas no DF
PCDF/Reprodução
No último mês, a Polícia Civil do Distrito Federal incinerou cinco toneladas de drogas apreendidas em ações de combate ao tráfico entre 2015 e 2020. Os entorpecentes estavam armazenados em um galpão da corporação, que aguardava decisão judicial para realizar a queima.
A maior parte era de maconha, com 4,9 mil quilos. Entre as drogas apreendidas havia também cocaína, haxixe, crack, skunk, ecstasy e outros produtos sintéticos.
Na última sexta-feira (11), o delegado da Polícia Civil Marcelo Marinho de Noronha de um cargo comissionado que possuía na Comissão Permanente de Disciplina (CPD) da corporação, de4pois de ser preso por tráfico de drogas. De acordo com os investigadores, o delegado produzia maconha “em escala industrial”.
A declaração consta na ata da audiência de custódia que determinou a prisão preventiva do servidor público. Na plantação, em uma chácara na região de São Sebastião, a Corregedoria-Geral da corporação apreendeu 128 pés de maconha.
Além do servidor, a esposa dele e dois filhos também chegaram a ser presos. No entanto, foram soltos na última sexta. Apenas o delegado permanece detido.
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