Prefeito de Pilar, AL, firma acordo com o Butantan para comprar vacinas contra a Covid-19


Coronavac é produzida pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; vacina ainda não foi aprovada pela Anvisa. Objetivo do acordo é obter garantias caso o governo federal não inclua esse imunizante no plano de vacinação. Coronavac é desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, com o laboratório chinês Sinovac
Instituto Butantan
O prefeito de Pilar, Renato Filho (PSC), assinou acordo com o Instituto Butantan, em São Paulo, para garantir a compra de 30 mil doses da Coronavac, caso o governo federal não inclua a vacina contra a Covid-19 no Plano Nacional de Imunização ou não envie vacinas ao município. O G1 teve acesso nesta segunda-feira (14) ao documento em que o Município manifesta interesse na compra da Coronavac.
“Fica acordado avaliar a oportunidade e conveniência de fornecer 30 mil doses do produto acabado da vacina Covid-19 em frascos multidoses (10 doses por frasco) pelo Butantan ao Município de Pilar/Alagoas com vistas à sua distribuição no espaço geográfico do referido Município, em atenção à população local”, diz trecho do documento assinado pelo prefeito e pelo presidente-diretor da Fundação Butantan, Rui Cury.
Até esta segunda, Pilar foi o único município alagoano que firmou acordo de interesse na compra de uma vacina contra a Covid-19. O governo de Alagoas informou na última semana que o estado só compraria vacinas se não houvesse agilidade do Ministério de Saúde em enviá-las ao estado.
O acordo entre Pilar e o Butatan garante que o município entre na fila pela compra da vacina caso o governo federal não a inclua no Plano Nacional de Imunização.
“Caso a vacina não entre no plano nacional de imunização, nós estamos na fila para poder comprar a vacina e então saímos na frente e ficamos nos primeiros lugares para comprar assim que elas forem disponibilizadas”, disse o prefeito Renato Filho.
A Coronavac é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com laboratório chinês Sinovac Biotech. A vacina ainda está em fase de testes e não foi aprovada pela Anvisa. O Instituto Butantan desistiu de pedir liberação para uso emergencial e pretende enviar estudos conclusivos na próxima semana à Anvisa e agências reguladoras de outros países.
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