Presença do coronavírus no esgoto de Belo Horizonte segue em elevação, diz pesquisa da UFMG


A estimativa é que quase a metade da população esteja infectada com a Covid-19 na cidade. Estação de esgoto na Pampulha
Pedro Triginelli / G1
A pesquisa que analisa o esgoto de Belo Horizonte apontou aumento na presença do coronavírus em amostras retiradas das bacias do Arrudas e do Onça. Um crescimento expressivo foi observado em pelo menos dez pontos de análise.
Estima-se que, atualmente, há mais de 1 milhão de pessoas infectadas com coronavírus na cidade, quase metade da população da cidade que chega a 2,5 milhões de habitantes.
O boletim do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi publicado nesta sexta-feira (11).
Todas as regiões analisadas apresentaram a presença do coronavírus. Os dados se referem a amostras coletadas até o dia 4 de dezembro.
Segundo boletim da Prefeitura de Belo Horizonte desta quinta-feira (10), 56.948 pessoas foram infectados pelo coronavírus na capital.
O monitoramento do esgoto de Belo Horizonte é feito pelo INCT, junto com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e a SES.
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