Rincon Sapiência fecha 2020 com a edição do terceiro single solo no ano


Após ‘Quarentena’ e ‘Malícia’, rapper paulistano lança música inédita composta com Demarcxx. ♪ Rincon Sapiência aproveita a calmaria fonográfica deste sábado pós-Natal, 26 de dezembro, e fecha 2020 com o lançamento do single Tem que tá veno (Verso livre), já disponível nas plataformas digitais em edição do selo do rapper, MGoma.
Composição de autoria de Rincon em parceria com Demarcxx, Tem que tá veno é o terceiro single solo de Danilo Albert Ambrosio no ano e a primeira música inédita apresentada pelo artista desde Malícia, lançada em julho em single e em clipe. Antes, em maio, Rincon lançou o single Quarentena.
Capa do single ‘Tem que tá veno (Verso livre)’, de Rincon Sapiência
Reprodução
♪ Eis os versos de Tem que tá veno, composição de Rincon Sapiência e Demarcxx:
“O sol nascendo desse lado, tipo localiza
De um lado vou pro outro, tipo para-brisa
Falo pouco, observo muito, Monalisa
SP é a cidade que não paralisa
Hey, a massa segue pra entender o macete
Seja passando marcha, passando bilhete
Sai da fonte, sobe o monte, atravessa a ponte
Depois volta com o malote, bota no lembrete
Ah, se não tem asas, não voa
No chão de barro já pisei, não zoa
Fala que corre, mas a pele não soa
Eles são pálidos dizendo que a minha pele é tão boa
Deitados nesse privilégio king size
Ok é preto, ama Bob Marley, legalize
Liga leve, tô na linha, ligação de peso
Quando é papo de negócio, ninguém liga a live
Parece brócolis, por isso no fogo eu boto
Só malandro, ninguém dorme, ronco só de moto
Tô no giro, tô no jet, controle na curva
No meu caso, bem melhor que controle remoto
Copos, cortes
Calor, short
Os kit esporte
Batendo forte
Minha vida, arte
A rua é parte
Aperta o start
Chave tá no porte
Baby, falei que sim, eu te espero lá
Sorriso marfim é brilhante como pérola
Nesse bem-me-quer, mal-me-quer
Várias pétalas
Pegue meu número de celular e aperta lá
Mínimo no salário, dízimo na despesa
Medo de batucada, várias vontade presa
Pra toda fé um peso
Seja culto ou terreiro
Uns tão querendo paz, uns querendo dinheiro
Outros querem as duas e as ruas nos conta
Memo dedo que julga, memo dedo que apronta
Por isso eu curto a liberdade em que o baile se encontra
É a magia, tecnologia de ponta
Não é papo de bala, tô na bala do troco
Viu a foto, não viu o corre
Esse dia foi louco
Não precisa gritar, por aqui ninguém rouco
É um momento de paz, minhas linhas de soco
Hey, Colômbia, Camarões, Jamaica
Hey, Mandela, Mandrake, Mandraca
Hey, na Migué, sem o pé na jaca
Ow, na moral, não vai ter ressaca
A dívida era um espelho, tinha refletido
Essa vida prega peças, eu já fui rendido
Ouvi dizer que os malocas precisam ser dono
Mas se os maloca tá comprando, chamam de vendido
Não
Tem que tá veno, hein
Hey”
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