Sputnik V protegeu todos os vacinados de casos graves de Covid-19 em ensaios, diz Rússia


Eficácia geral da vacina ficou em 91,4%. Ponto de controle final dos ensaios de fase 3 foi alcançado após 78 pessoas contraírem Covid-19, anunciaram os cientistas do Instituto Gamaleya. Os dados ainda não foram publicados em revista científica. A foto, do dia 6 de agosto, mostra a vacina desenvolvida na Rússia contra a Covid-19, a primeira a ser registrada em todo o mundo contra a doença.
Handout / Russian Direct Investment Fund / AFP
A vacina Sputnik V, desenvolvida pela Rússia contra a Covid-19, protegeu todos os participantes vacinados de casos graves da doença em testes clínicos, anunciaram nesta segunda-feira (14) cientistas do Instituto Gamaleya, em Moscou. Os dados ainda não foram publicados em revista científica.
Principais pontos do anúncio:
Foram 20 casos graves de Covid-19, mas todos ocorreram entre participantes que receberam uma substância inativa, segundo os desenvolvedores da Sputnik V. Nenhum voluntário vacinado teve um caso grave da doença.
22.714 participantes receberam as duas doses da vacina. Desses, 78 se infectaram com a Covid-19.
Dos 78 infectados, 62 estavam no grupo que recebeu uma substância inativa (placebo). Os outros 16 tinham recebido a vacina.
A eficácia geral da vacina ficou em 91,4%.
Na prática, se uma vacina tem 91,4% de eficácia, isso significa dizer que 91,4% das pessoas vacinadas ficam protegidas contra a doença.
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